Quando surge a desobrigação no transcorrer da vida humana?
A liberdade do não ter que fazer, com seus consequentes riscos, amedronta.
Principalmente aos que sempre tiveram quem lhes dissesse o que fazer.
Parecia sem riscos, mas os havia.
O maior deles era a falsa segurança.
Ao descobrir-se livre para reinventar o seu ser no mundo, o vulgar dos seres humanos foge e busca novo senhor, nova atividade obrigatória e, aparente ou momentaneamente, segura.
A proposta é que, ao menos, ao surgir a oportunidade de liberdade o indivíduo perdoe a si mesmo e fique tranquilo.
Não sonhe com futuros, use o passado e viva o presente de maneira feliz.
Esteja consciente que hoje é resultado do ontem, mas o amanhã resultará de hoje.
Que tal procurar atividades e modos de vida nos quais só dependa de si para viver?
Que tal cultivar amizades verdadeiras, baseadas na ética e na moral superior, para construir opções de solidariedade desinteressada?
A bem dizer, o momento da decisão está chegando.
Ou não estaria escrevendo esse texto.
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